No Espaço de Convivência da OTICS-Rio Copacabana, na manhã da terça-feira, dia 17 de dezembro de 2024, o grupo de fisioterapia do CMS João Barros Barreto realizou uma sessão especial. A fisioterapeuta Patrícia Amettla conduziu atividades voltadas para a melhoria da mobilidade, alívio de dores e aumento da funcionalidade dos pacientes, em sua maioria idosos. O objetivo foi ajudar esses pacientes a viverem de forma mais saudável e independente. Durante a sessão, também foi aplicada a técnica de Auriculoterapia pela terapeuta Isabel, proporcionando um cuidado ainda mais abrangente. Além disso, foi realizada a prática de ventosa em alguns pacientes, utilizando dispositivos de sucção aplicados à pele com objetivos terapêuticos, como alívio de dores musculares e melhora da circulação sanguínea.

O Grupo de Fisioterapia desempenha um papel fundamental na promoção da saúde e prevenção de doenças, sendo essencial para a reabilitação de lesões e a gestão de condições crônicas. Essas dinâmicas não só melhoram a qualidade de vida dos pacientes, mas também enfatizam que a fisioterapia vai além do tratamento de lesões, incluindo a prevenção. Programas de exercícios e educação sobre postura, ergonomia e técnicas corretas de movimento ajudam a evitar problemas de saúde a longo prazo. Em casos de lesões ou condições de saúde, a fisioterapia acelera a recuperação, permitindo que os pacientes retomem suas atividades normais com mais rapidez e eficácia. A Auriculoterapia, uma técnica derivada da acupuntura, complementa esse cuidado ao estimular pontos específicos da orelha, tratando e diagnosticando diversos problemas físicos, mentais e emocionais. Cada paciente é atendido individualmente, e essa abordagem personalizada contribui para a eficácia do tratamento, ajudando, por exemplo, na melhora de sintomas relacionados à ansiedade e depressão. Já a ventosa, ao promover a sucção na pele, estimula a circulação, reduz tensões musculares e contribui para o relaxamento, potencializando os benefícios das demais técnicas aplicadas durante a sessão.
Trabalhando em conjunto com médicos, enfermeiros e outros profissionais, os fisioterapeutas na atenção primária oferecem uma abordagem holística e coordenada ao cuidado do paciente. Essa colaboração não só melhora os resultados gerais, mas também capacita os pacientes a cuidarem melhor de sua saúde, promovendo autonomia na gestão de suas condições.



























A Lei nº 11.126/2005 garante que pessoas com deficiência visual que utilizam cães-guias têm o direito de entrar e permanecer com o animal em locais públicos e privados de uso coletivo, como restaurantes, táxis, ônibus e supermercados. O cão-guia, treinado para garantir a segurança e orientação do seu dono, deve ser tratado com respeito. Embora sejam dóceis, não se deve interagir com o animal, fazer carinho ou oferecer alimentos, pois ele está em pleno trabalho e precisa manter o foco. Além disso, as bengalas utilizadas por pessoas com deficiência visual possuem cores específicas que servem para identificar diferentes necessidades e condições. A bengala branca é a mais comum e é utilizada por pessoas cegas, sendo um símbolo universalmente reconhecido de orientação e mobilidade. Já a bengala verde é usada por pessoas com baixa visão, sinalizando que o usuário pode enxergar parcialmente, mas necessita de suporte adicional para se locomover com segurança. Por fim, a combinação das cores branca e vermelha na bengala é utilizada para identificar pessoas surdocegas, que têm tanto a perda da visão quanto da audição, necessitando de uma sinalização que indique sua condição para garantir um atendimento adequado e segurança durante a mobilidade.



















