Na tarde da terça-feira, dia 9 de setembro de 2025, no Auditório da OTICS-Rio Copacabana, foi realizada mais uma reunião mensal com os Responsáveis Técnicos (RTs) médicos e de enfermagem das unidades de saúde da Área Programática 2.1. Conduzido pelo RT médico da CAP 2.1, Nuno Andrade, e pela RT de enfermagem da CAP 2.1, Beatriz Félix, o encontro teve como objetivo passar alguns informes, comunicar alterações no pré natal de alto risco, falar sobre a nota técnica e carteira de identificação da pessoa com TEA (transtorno do espectro autista), e a respeito do monitor carioquinha.

O médico Responsável Técnico da Cap abriu a reunião destacando a importância de integrar as equipes para fortalecer a qualidade da assistência. Em seguida, a médica responsável pelo pré-natal apresentou as recentes alterações no protocolo de acompanhamento de gestantes de alto risco. Ele explicou as mudanças nos critérios de encaminhamento, a necessidade de registro detalhado das intercorrências no prontuário eletrônico e reforçou a articulação com os serviços de referência.
Na segunda parte da reunião, a Responsável Técnica de enfermagem trouxe informações sobre a nota técnica referente à carteira de identificação da pessoa com TEA. Foi ressaltado que o documento garante prioridade no atendimento em diversos serviços de saúde e assistência. Os profissionais discutiram a importância de orientar as famílias sobre como solicitar a carteira e reforçar a sensibilização da equipe quanto ao acolhimento inclusivo.
Por fim, o grupo abordou o Monitor Carioquinha, ferramenta de acompanhamento de indicadores de saúde infantil. Foram apresentados os dados mais recentes sobre crescimento, vacinação e nutrição das crianças acompanhadas pela unidade. Os participantes compartilharam experiências do uso do monitor durante visitas domiciliares e consultas de puericultura, destacando a utilidade do instrumento para identificar precocemente situações de vulnerabilidade.
A reunião foi encerrada com o alinhamento de compromissos: revisão do fluxo do pré-natal de alto risco, criação de um material informativo sobre a carteira TEA para distribuição às famílias, e a definição de encontros mensais para análise dos indicadores do Monitor Carioquinha. O clima foi de integração e cooperação, reforçando o papel coletivo da equipe no cuidado à comunidade.



























