Grupo De Convivência Do CMS João Barros Barreto

No Espaço de Convivência da OTICS-Rio Copacabana, na tarde da segunda-feira, dia 13 de janeiro de 2025, aconteceu mais uma sessão do grupo de convivência do CMS João Barros Barreto, onde a assistente social da unidade de saúde, Zilmar Gomes, reúne-se com as senhoras para uma aula de tricô e crochê, além de desenvolver atividades que tornam este encontro sempre muito agradável e prazeroso para todas elas.

Os grupos de convivência de idosos são reuniões com pessoas da terceira idade que têm como objetivo aumentar a qualidade de vida dos participantes através de atividades, rodas de conversa e trocas de experiências. Tratam-se de espaços multifacetados que visam não apenas proporcionar entretenimento e lazer, mas também promover o bem-estar físico, emocional e social dos participantes, contribuindo para um envelhecimento ativo e gratificante.

Durante os encontros, são propostas opções dinâmicas e diferenciadas, podendo incluir atividades físicas, passeios, arteterapia, musicoterapia, palestras sobre saúde na terceira idade, rodas de conversa e eventos comemorativos. Com isso, entende-se que o grupo desempenha um papel crucial na promoção da saúde integral, proporcionando não apenas atividades recreativas, mas também um ambiente de suporte emocional e social que contribui significativamente para o envelhecimento saudável e feliz.

Colegiado Gestor Do CMS João Barros Barreto

No Auditório da OTICS-Rio Copacabana, na manhã da segunda-feira, 13 de janeiro de 2025, o gerente do CMS João Barros Barreto, Fábio Juan Amaral, conduziu o Colegiado Gestor com moradores de Copacabana e usuários da unidade de saúde. O objetivo principal da reunião foi proporcionar um espaço para que os usuários pudessem relatar suas experiências com os serviços oferecidos pela unidade.

Durante o encontro, foram discutidos diversos temas relacionados ao funcionamento da unidade, com um enfoque especial em esclarecer dúvidas sobre o acesso a diferentes serviços e desmistificar alguns dos fluxos de atendimento. Uma roda de conversa permitiu que os participantes expressassem suas dúvidas e preocupações, facilitando uma melhor compreensão dos processos e procedimentos da unidade. Esse diálogo aberto foi essencial para esclarecer como os usuários podem acessar os serviços de maneira mais eficiente e para identificar áreas onde melhorias podem ser feitas.

O encontro também ofereceu aos participantes a oportunidade de fornecer feedback sobre a qualidade dos serviços, compartilhando críticas construtivas, sugestões e elogios. As contribuições recebidas serão valiosas para aprimorar continuamente os serviços oferecidos pela unidade. Ao final da reunião, houve um espaço reservado para resolver dúvidas e questões individuais de cada usuário.

 

  

Visita dos Alunos e Professores da Universidade de Princeton ao CMS João Barros Barreto

Na manhã da sexta-feira, dia 10 de janeiro de 2025, o CMS João Barros Barreto recebeu a ilustre visita de um grupo de 20 alunos da disciplina de Saúde Global e 7 professores da Universidade de Princeton (EUA), e 4 pesquisadores da Fiocruz da coordenação geral de educação (CGE/FIOCRUZ). O diretor Alexandre Fernades e o gerente Fabio Juan Amaral puderam mostrar toda a Unidade e explicar como cada setor funciona dentro da estrutura do SUS. O Objetivo dessa visita foi justamente para que os alunos pudessem conhecer e observar o sistema de saúde da cidade do Rio de Janeiro e as práticas locais de Atenção Primária à Saúde.

Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer como funciona uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (APS), que segue o modelo organizacional e de serviços proposto pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Eles souberam também que as APS são as portas de entrada para o sistema de saúde e tem como objetivo principal a promoção da saúde, prevenção de doenças, diagnóstico precoce, tratamento de doenças mais comuns e acompanhamento contínuo da saúde dos indivíduos e das comunidades. Elas têm um papel fundamental na organização do sistema de saúde, com foco em ações preventivas e no cuidado contínuo da saúde da população. A estrutura envolve desde o atendimento clínico até o trabalho comunitário e a coordenação com os demais níveis de saúde, visando promover uma saúde mais acessível, integral e de qualidade.

O diretor Alexandre e o gerente Fábio lhes disseram também que as Unidades Básicas de Saúde são os principais equipamentos da APS no SUS carioca, estando espalhadas por todas as regiões da cidade e são responsáveis pelo atendimento diário da população. Cada UBS tem uma equipe multiprofissional que realiza atendimentos em saúde geral, programas de prevenção, vacinação, acompanhamento de doenças crônicas, entre outros. E que cada uma delas são divididas em equipes de saúde da família, que por sua vez possuem são compostas por médicos de família, enfermeiros, técnicos de enfermagem, dentistas e agentes comunitários de saúde. Essas equipes atuam em áreas geográficas delimitadas (territórios) e têm como foco a atenção integral e contínua à saúde de famílias e comunidades. Elas realizam visitas domiciliares, acompanhando condições de saúde, prevenção, controle de doenças, além de promoverem a participação da comunidade nos cuidados com a saúde.

Ao final do encontro os alunos puderam conhecer toda a estrutura física da Unidade, passando pelos corredores dos 4 andares, em frente a porta dos consultórios de cada equipe. Conheceram também o  consultório de odontologia da equipe de saúde bucal, e ficaram encantados com alguns pacientes se exercitando no espaço da academia carioca que é situado logo na entrada da Unidade. Ocasiões como esta de conhecer como outros países lidam com a saúde pública é extremamente importante para estes alunos, pois permite aprender com as experiências alheias, adotar boas práticas e evitar erros já cometidos, além de promover um melhor entendimento sobre os desafios e soluções que diferentes sistemas de saúde enfrentam.

Oficina “Priorizando Assistência e Informações do Cuidado ao Tabagista”

No Auditório da OTICS-Rio Copacabana, na manhã da quinta-feira, dia 9 de janeiro de 2025, ocorreu a oficina “Priorizando Assistência e Informações do Cuidado ao Tabagista”. O encontro foi supervisionado pela a fonoaudióloga Carolina Aguilar e contou também com a presença do gerente da Unidade, Fábio Juan Amaral. O objetivo da oficina é capacitar os profissionais que atuam na saúde pública como um todo para ajudarem da melhor forma os pacientes tabagistas, com informações e a assistência adequada para que possam se livrar desse vício que faz tanto mal à saúde.

A realização desta capacitação é de extrema importância, pois aborda um problema de saúde pública com alto impacto, como o tabagismo, e oferece ferramentas essenciais para os profissionais da saúde atuarem de forma eficaz e humanizada. É uma ação estratégica e imprescindível para o controle do tabagismo, prevenção de doenças associadas ao fumo e melhoria da qualidade de vida dos indivíduos. Essa formação proporciona ferramentas valiosas para que os profissionais ofereçam um atendimento mais qualificado, integral e humanizado, contribuindo para a redução do impacto do tabagismo na saúde da população e nos custos para o sistema de saúde pública.

O tabagismo é a principal causa de doenças preveníveis e mortes prematuras no mundo, estando associado a diversas condições como doenças cardiovasculares, respiratórias, cânceres, entre outras. Além disso, o tabagismo passivo também afeta a saúde da população em geral. Portanto, a capacitação de profissionais da saúde é essencial para que possam implementar estratégias eficazes para reduzir os danos causados pelo tabaco, promover a cessação e orientar os tabagistas sobre os riscos e benefícios de parar de fumar.

Uma capacitação focada no tabagismo também contribui para a humanização do atendimento. Profissionais treinados podem lidar de forma mais empática e compreensiva com os tabagistas, que muitas vezes enfrentam dificuldades emocionais e psicológicas para parar de fumar. O tratamento do tabagista deve considerar os aspectos comportamentais e psicológicos, e a capacitação prepara os profissionais para acolher esses pacientes com mais sensibilidade e respeito.

 

Supervisão Território Arpoador

No Auditório da OTICS-Rio Copacabana, na tarde da quarta-feira, dia 8 de janeiro de 2025, ocorreu a reunião mensal da Supervisão do Território Arpoador. Este território compreende três unidades de saúde: o CMS João Barros Barreto, Pavão Pavãozinho e Chapéu Mangueira Babilônia. A reunião teve como objetivo debater casos complexos e interseccionais, assim como procedimentos e ações coletivas na prevenção e promoção da saúde mental, além de assistência social, atenção básica, dentre outros. Mariana Sloboda supervisionou o encontro, juntamente com a médica articuladora da saúde mental da CAP 2.1, Eliane Cruz, contando com as participações de Vitor e Elvis, do Caps Franco Basaglia, Isabela e Nivia, do Caps Heleno de Freitas, e a enfermeira Josi e a agente comunitária de saúde Renata, ambas representantes do CMS João Barros Barreto.

Durante a reunião, além de examinarem os desafios enfrentados no cuidado da saúde mental na região do Território Arpoador. Os temas discutidos incluíram estratégias para melhorar o acesso aos serviços de saúde mental, especialmente para grupos que tem sido historicamente excluídos. Também foram discutidas iniciativas de prevenção focadas em problemas específicos de saúde mental na comunidade. Além disso, houve um foco principal como pauta, que foi a discussão de casos clínicos e qual seria a abordagem ideal em cada situação.

O encontro enfatizou a necessidade de uma abordagem integrada e holística para a promoção da saúde mental, que leve em consideração não apenas o tratamento de sintomas, mas também a criação de ambientes favoráveis ao bem-estar psicológico e social. Os participantes reafirmaram o compromisso de trabalhar em conjunto para enfrentar os desafios e promover a saúde mental em toda a comunidade do Território Arpoador.

 

Grupo de Tabagismo do CMS João Barros Barreto

No Auditório da OTICS-Rio Copacabana, na manhã da quarta-feira, dia 8 de janeiro de 2025, a fonoaudióloga Carolina Aguilar, profissional do CMS João Barros Barreto, reuniu-se com o grupo de tabagismo da unidade de saúde, composto por dois grupos separados de usuários que estão buscando se livrar desse vício tão prejudicial para a saúde.

O tabagismo é considerado uma doença crônica e um fator de risco para diversas doenças, como enfisema pulmonar e vários tipos de câncer, podendo até mesmo levar à morte. O hábito de fumar é reconhecido como uma epidemia que causa dependência física, psicológica e comportamental, semelhante ao que ocorre com o uso de outras drogas, como álcool, cocaína e heroína. Essa dependência ocorre devido à presença de nicotina nos produtos à base de tabaco.

Durante o encontro, todos os usuários puderam relatar como convivem com essa dependência e os motivos que os levaram a buscar a libertação. Além das consequências diretas para a saúde física, o tabagismo também pode ter impactos sociais, econômicos e emocionais significativos. Por exemplo, fumantes frequentemente enfrentam discriminação social e podem experimentar dificuldades financeiras devido ao alto custo do hábito. Além disso, a dependência do tabaco pode causar estresse emocional, ansiedade e depressão, afetando negativamente a qualidade de vida geral do indivíduo.

Aula R1 – GT de Abordagem Comunitária – Trabalho Com Grupos

No Auditório da OTICS-Rio Copacabana, na tarde da terça-feira, dia 7 de janeiro de 2025, os alunos do primeiro ano do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade se reuniram com os preceptores Jéssica Coelho e Rafael Campos para assistirem a uma importante aula sobre o tema “Trabalho com Grupos”.

A atuação com grupos na Atenção Primária à Saúde (APS) é uma abordagem importante para promover a saúde coletiva, trabalhar de forma preventiva e tratar condições de saúde de maneira integrada, considerando os aspectos biopsicossociais dos indivíduos. O trabalho com grupos na APS vai além do atendimento individualizado e busca atuar de forma mais ampla, focando nas necessidades coletivas da comunidade e nas interações entre os membros de um grupo.

Uma boa metodologia para o trabalho com grupos é utilizar palestras, debates, dinâmicas de grupo e outros recursos pedagógicos que facilitem a compreensão dos temas tratados e incentivem a participação ativa dos membros. Além de abordar questões técnicas de saúde, é importante que o profissional de saúde adote uma postura empática, favorecendo o espaço para os participantes compartilharem suas dúvidas, medos e expectativas. Entender as particularidades da comunidade em que o grupo está inserido é fundamental para adaptar as estratégias e metodologias, respeitando os valores, crenças e realidades locais.

Essa é uma estratégia poderosa para promover a saúde e prevenir doenças em nível comunitário. Ao envolver as pessoas em um processo coletivo, é possível fortalecer a rede de apoio social, melhorar o autocuidado, e lidar com questões de saúde de maneira mais holística e integrada. Contudo, é necessário planejar e adaptar as intervenções de acordo com as características específicas da população atendida, considerando tanto as oportunidades quanto os desafios do contexto.

Ao final da aula, os estudantes participaram de uma dinâmica que buscou estimular o debate sobre como implementar essas diretrizes em suas futuras práticas clínicas. O encontro proporcionou uma troca rica de experiências e ideias, reforçando a importância de um olhar atento e sensível às demandas da saúde com relação aos trabalhos com grupos na Atenção Primária. Com isso, os alunos saíram inspirados e preparados para atuar de forma consciente e comprometida, contribuindo para a construção de um SUS melhor e mais inclusivo para todos.

Janeiro Branco – Mês de Conscientização Sobre a Saúde Mental

O Janeiro Branco é uma campanha brasileira voltada para a conscientização sobre a saúde mental, com o objetivo de destacar a importância de cuidar da mente, assim como fazemos com o corpo. O nome da campanha foi escolhido em alusão ao início do ano, simbolizando um “recomeço” e sobre as condições emocionais e psicológicas de cada pessoa. É, portanto, um convite para que todos reflitam sobre sua saúde mental e busquem as ferramentas necessárias para um ano mais equilibrado e saudável.

A campanha busca aumentar a conscientização sobre questões relacionadas à saúde mental, desestigmatizando o tema e promovendo a discussão aberta sobre transtornos psicológicos como depressão, ansiedade, estresse, entre outros. Ela encoraja as pessoas a procurarem ajuda psicológica e a adotarem práticas que promovam o bem-estar mental, como terapia, meditação, atividades físicas, alimentação saudável, entre outras. A campanha tem como foco combater os preconceitos relacionados à saúde mental, mostrando que procurar ajuda não é um sinal de fraqueza, mas sim uma atitude de autocuidado e fortalecimento pessoal.

Para cuidar da saúde mental, o primeiro passo é ter cautela com as expectativas. Criar metas que impliquem em mudanças de vida, rotina ou hábitos, sem o devido planejamento ou sem considerar as possibilidades reais e os recursos necessários, pode torná-las inatingíveis, gerando frustração e consequentemente sofrimento emocional.

É importante estabelecer metas tangíveis, com prazos mais curtos ou divididas em etapas. Não é necessário esperar uma época específica, como dezembro ou janeiro, para traçar planos ou avaliar o percurso, pois o que depende do comportamento pode ser buscado em qualquer momento do ano. Ter uma atitude de autocobrança exagerada nesta época, poderá dificultar o reconhecimento dos esforços e conquistas ao longo do ano. O ideal é que o exercício de auto-observação seja cotidiano e realizado com generosidade e autoacolhimento.

 

Fonte:

https://www.gov.br/int/pt-br/assuntos/noticias/janeiro-branco-mes-de-conscientizacao-da-saude-mental-e-emocional

Janeiro Roxo – Mês de Conscientização Sobre a Hanseníase

O Janeiro Roxo é uma campanha de conscientização realizada no Brasil, cujo objetivo é alertar a população sobre a hanseníase, doença também conhecida como lepra. O mês de janeiro foi escolhido para promover essa campanha, e o uso da cor roxa simboliza a luta contra o estigma e a discriminação associados à doença. A hanseníase é uma infecção bacteriana crônica causada pelo Mycobacterium leprae, que afeta principalmente a pele, os nervos periféricos, as vias respiratórias superiores e os olhos.

A campanha visa informar as pessoas sobre os sinais e sintomas da doença, promovendo o diagnóstico precoce e o tratamento adequado. A hanseníase, ao longo da história, foi cercada de preconceito e estigmatização. O objetivo da campanha é combater esses estigmas, ajudando a quebrar barreiras sociais e psicológicas que dificultam o diagnóstico e o tratamento. Quanto mais cedo a hanseníase for diagnosticada, mais eficaz será o tratamento, evitando complicações graves, como lesões nos nervos e deformidades.

A transmissão ocorre quando uma pessoa com hanseníase, que não faz o tratamento, elimina no ar, por meio da fala, tosse, espirro, o microrganismo, infectando outras pessoas. A doença pode acometer pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade. Entretanto, é necessário um longo período de exposição à bactéria, sendo que apenas uma pequena parcela da população infectada realmente adoece. O período de incubação do vírus da doença, ou seja, tempo em que os sinais e sintomas se manifestam desde a infecção, dura em média de 2 a 7 anos. Assim que os sinais aparecem, progridem lentamente.

O Janeiro Roxo desempenha um papel fundamental na mudança da percepção social sobre a hanseníase, buscando conscientizar a população sobre a importância de buscar ajuda médica em caso de sintomas, ao mesmo tempo em que promove a inclusão e o respeito aos direitos das pessoas afetadas pela doença.

Se você ou alguém que você conhece apresentar sintomas relacionados à hanseníase, é fundamental procurar um serviço de saúde para avaliação e diagnóstico adequado. O tratamento é gratuito e está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Fonte:

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/janeiro/janeiro-roxo-e-o-mes-da-conscientizacao-sobre-a-hanseniase

2 de Janeiro – Dia do Médico Sanitarista

O dia 2 de janeiro é celebrado como o Dia do Médico Sanitarista, uma data de grande importância para reconhecer o trabalho desses profissionais que desempenham papel fundamental na análise, planejamento e gestão da saúde pública no Brasil. Ao longo da história, a especialidade do sanitarista se transformou e, atualmente, faz parte do campo da Saúde Coletiva, sendo marcada pela abordagem multiprofissional e interdisciplinar. Profissionais dessa área são responsáveis por identificar riscos sanitários, planejar políticas de saúde pública e atuar ativamente no desenvolvimento científico e tecnológico, sempre com o compromisso de promover a saúde e o bem-estar da população.

Desde os primeiros registros de formação de médicos sanitaristas em 1925, a profissão passou por diversas transformações, especialmente com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) e a Reforma Sanitária. A atuação desses profissionais extrapola a medicina individual, abrangendo a saúde coletiva e o enfrentamento das questões sanitárias em nível populacional. Dentre os nomes mais emblemáticos na história da saúde pública no Brasil, destacam-se Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, cujas pesquisas e contribuições tiveram impacto significativo tanto na ciência quanto na sociedade brasileira.

Em 2023, uma importante conquista para a profissão foi alcançada com a sanção da lei que regulamenta a atuação do sanitarista. A partir dessa regulamentação, aqueles que se graduaram ou se especializaram em Saúde Coletiva ou Saúde Pública, ou que comprovaram a experiência profissional de pelo menos cinco anos, têm sua prática reconhecida e formalizada no país. As novas atribuições incluem o planejamento e gerenciamento de atividades de saúde coletiva, a vigilância sanitária, além da promoção da dignidade humana e dos direitos sociais, sempre em consonância com os princípios do SUS.

A criação de espaços como a Galeria de Honra dos Sanitaristas no Ministério da Saúde e a luta pela regulamentação da profissão reforçam a importância do sanitarista para o fortalecimento das políticas públicas de saúde. Profissionais comprometidos com a solidariedade, a equidade e a justiça social, os sanitaristas continuam sendo essenciais para a melhoria da saúde no Brasil, atuando de forma estratégica para garantir o direito à saúde a toda a população.

A galeria do Ministéro da Saúde homenageia os maiores sanitaristas do País. Imagem: Opas

Fonte:

https://bio.fiocruz.br/index.php/br/noticias/891-dia-2-de-janeiro-dia-do-medico-sanitarista
https://abrasco.org.br/2-de-janeiro-dia-do-sanitarista-historias-da-abrasco-e-da-saude-coletiva/